Em maio de 2012 Eduardo Saverin, nascido no Brasil, diplomado magna cum laude em Harvard e co-fundador da rede Facebook anuncia renunciar à cidadania americana. Em dezembro de 2012 Gérard Depardieu, nascido na França, celebre e premiado ator, interprete de Jean de Florette na inesquecível adaptação cinematográfica da obra de Marcel Pagnol, anuncia a devolução do seu passaporte francês e a busca de outras nacionalidades. Dois casos que conheceram enorme repercussão na imprensa mundial, representativos de um fenômeno de importância crescente: a resistência do indivíduo contra os novos escravagistas, os administradores do poder de polícia do estado-nação ungidos, em alguns casos, pelo mecanismo frequentemente autoritário do voto majoritário.
Conheço o dilema vivido por Saverin e Depardieu. A despeito de ter um filho americano e de ter adquirido o direito, escolhi não adotar a nacionalidade do país de Thomas Jefferson e Benjamin Franklin – e digo isso com tristeza – por causa de abjeta lei americana conhecida como a “Heroes Earnings Assistance and Relief Tax Act” de 2008 (HEART Act) – que traduzirei aqui como “Lei da Assistência Tributária aos Heróis”. Tal abominação, aprovada sem maiores dificuldades tanto por democratas quanto republicanos, impõe impostos confiscatórios a expatriados para supostamente oferecer benefícios aos veteranos de guerra. Ou seja, premiam os detentores dos instrumentos de guerra à custa dos promotores da verdadeira pax mundi: os tomadores de iniciativa, os criadores, os inventores e os promotores internacionais do comércio, da cultura, da ciência e das finanças. Ou seja, um ato que carrega no peito um coração nacional-socialista por excelência.
Por causa do HEART Act eu escolhi não obter a cidadania americana. Ironicamente, graças à minha decisão, eu recebo melhor tratamento nos EUA como investidor estrangeiro que receberia como cidadão americano expatriado – exemplo da esquizofrenia política e econômica pela qual se pautam os estados-nações contemporâneos.
Motivações similares estão por trás das decisões economicamente sábias e moralmente corretas de Saverin e Depardieu. Um dos poucos instrumentos de defesa que ainda restam aos cidadãos do planeta Terra na sua luta contra a opressão estatal é o voto com o pé, ou seja, fazer as malas e dirigir-se ao aeroporto mais próximo. Tal poder individual contra a desumanidade coletivista e violência estatal deve ser utilizado com firmeza pelos seus detentores, e em especial por aqueles que rejeitam o nacional-socialismo e podem fazê-lo.
Evidentemente, os ataques dos verdadeiros heróis individualistas à supremacia e arrogância do estado-nação não passam despercebidos aos olhos dos detentores do poder político e de seus porta-vozes instalados numa imprensa habituada a viver descaradamente das migalhas oferecidas pelos “representantes do povo”. É assim que vemos senadores dos Estados Unidos, como Chuck Schumer e Bob Casey, usarem a máquina do estado para promover o linchamento global de Eduardo Savarin, com a conivência da imprensa mundial, o mesmo podendo ser dito do primeiro ministro francês Jean-Marc Ayrault durante a fritura estatal de Gérard Depardieu.
Bertrand Lemmencier do Insituto Turgot listou três argumentos comumente utilizados pelos novos senhores de engenho para justificar a neo-escravidão: (a) expatriados são desertores, (b) expatriados são ingratos, e (c) expatriados criam externalidades negativas. Dizem os novos senhores de engenho que esses escravos rebeldes, propriedades do estado, devem ser severamente punidos. Se tomarmos a economia como um sistema global, tais argumentos são de um cretinismo admirável. São aceitos, porém, com facilidade tanto pelos demagogos de esquerda quanto de direita porque se enquadram no grande ideal nacional-socialista: o de que o indivíduo é propriedade da coletividade. Este é um ideal que quase todos os detentores de poder defendem, às vezes abertamente, mas tipicamente de maneira insidiosa.
Que seja claramente afirmado: cidadãos de um verdadeiro estado de direito não permitem aos “representantes do povo” o uso do poder adquirido pela via imperfeita do voto (e isso na melhor das hipóteses) para a reprovação e a denúncia de comportamentos legais e morais de cidadãos ou, ainda pior, o apelo ao linchamento público, seja moral ou econômico – uma marca fundamental do fascismo e do totalitarismo. Não serve como defesa daquela instituição odiosa, mas cabe notar que, no quesito linchamento público, a Ku Klux Klan pelo menos não usava abertamente dinheiro do contribuinte ao manifestar seu apego doentio pelo poder.







Uma “justificativa” para a escravidãoera um apelo moralmente prático, afirmando-se que sem a escravidão haveria escassez de viveres e etc.. Como se apenas escravos pudessem produzir ou que sua produtividade seria maior que a de cidadão livres.
Ou seja, justificavam moralmente (não eticamente) apelando para os fins como justificativa para os meios de croncretiza-los.
Nada diferente das “justificativas” para a NEO-ESCRAVIDÃO, onde os fins são falsos tanto quanto os meios de concretiza-los.
Possuir escravos, viver a custa de tal injustiça não emocionava a massa, a maioria e nem as elites beneficiárias. Exatamente igual ao que se pode ver atualmente.
A idéia de viver do Poder e não do trabalho é antiga, muito antiga, daí a existencia de governos que vivem de, literalmente, EXPLORAR populações através da AMEAÇA de VIOLÊNCIA, expropriando populações para custear o luxo da CLASSE GOVERNANTE, a classe politica e seus agregados. Classe esta camuflada por Marx.
Contudo, a camuflagem marxista para a verdadeira classe dos exploradores que vivem do PODER de EXPROPRIAR pela AMEAÇA de VIOLÊNCIA (ameaça de um mal ainda maior, ainda mais destrutivo), eclarece algo que vem acontecendo paulatinamente, tal qual a profecia marxista, a de que a classe dos exploradores iria exigir cada vez mais dos explorados até que haveria um “apocalipse” com a rebelião dos explorados contra a classe exploradora.
O que se pode perceber é que as margens de lucro dos empresários decrescem, ganhando efetivamente com a produtividade e o volume. Cocomitantemente os governos aumentam paulatinamente os impostos que expropriam dos neo-súditos trabalhadores para custear agregados que se corrompem com a possibilidade de partilhares até mesmo migalhas do Poder. Quanto mais os empreendedores conseguem aumentar a produtividade mais os governos CONFISCAM via impostos os ganhos obtidos, promovendo o desemprego (seria um estoque de desempregados para servirem de pretexto politico??? …Marx não estaria tão errado, apenas acusou a classe errada enquanto protegia aquela a que ambicionava liderar).
Ou seja, pode ser que a profecia marxista tenha errado apenas de alvo, um erro deliberado para combater a realidade que idéias liberais expunham com clareza. Tal politica marxista visava apenas camuflar a classe verdadeiramente exploradora (hierarquizada e organizada, e já com a ideologioa marxista a lhe dar suporte em sua superestrutura …rs).
Na medida que os empreendedores/empregadores aumentam a produtividade e a possibilidade dos assalariados consumirem mais, os governos aumentam o confisco, a expropriação, sobre a produção para corromperem sectários e simpatizantes da exploração. …clamam por igualdade enquanto exploram populações para se fazerem os mais desiguais.
Perfeito:
- “cidadãos de um verdadeiro estado de direito não permitem aos “representantes do povo” o uso do poder adquirido pela via imperfeita do voto (e isso na melhor das hipóteses) para a reprovação e a denúncia de comportamentos legais e morais de cidadãos ou, ainda pior, o apelo ao linchamento público, seja moral ou econômico – uma marca fundamental do fascismo e do totalitarismo”
O Estado alicia e corrompe beneficiários, agregados e simpatizantes usando a propria natureza humana, valendo-se da ambição material pela vida fácil proporcionada pelo Poder de TOMAR o que desejar dos que trabalham, investem e produzem tanto quanto se vale da ambição intelectual (psicológica) decorrente da vaidade, esta responsável pelo ciúme e pela INVEJA.
Os inseguros invejosos temem serem comparados a outros que consideram superiores a si e assim se verem menos atraentes e menos admirados pelos demais. Ora, a vaidade é justamente o sentimento que faz o individuo ambicionar a honra (opinião alheia favoravel) mesmo que em detrimento da própria opinião. A palavra MANIPULAÇÃO é exatamente o meio de se valer da vaidade dos bobos para induzi-los a se comportarem do jeito que o manipulador deseja. Assim, insuflar a vaidade, colocar a alardeada opinião do meio como “verdade valoradora” acima da opinião do individuo sobre si e mesmo acima do certo e do errado (onde a moral se sobrepõe à ética, até mesmo contrariando-a em nome de costumes ideológicos ou em nome de pretensos bons sentimentos, o sentimentalismo moraloide), torna-se um meio de manipular inseguros e vaidosos doentios, que ambicionam exibirem-se com os VALORES DA MODA (valores propagandeados para o momento, pelos manipuladores). Afinal, “estar na moda” é estar dentro do padrão momentaneo de “pessoa antenada”, “de bom gosto”, chique no úrtimo e “admirável”.
Claro que inseguros e vaidosos abominam comparações que lhes pareçam ser desfavoráveis. Evidentemente que se juntarão a propagandear as MODAS que lhes forem convenientes, seja pela facilidade de através delas simularem seu “valor pessoal” ou seja por através delas desmerecerem aquelesem quem objetivamente reconhecem valores reais e não modismos decorrentes de subjetivismos propagandeados sem qualquer base racional efetiva, formada pela reflexão profunda.
É visivel que aquilo que é mais facilmente percebido, que se OSTENTA NATURALMENTE são as APARÊNCIAS MATERIAIS, pois que expostas a contemplação e inegáveis em sua aparência. Ou seja, um individuo capaz de honestamente enriquecer tem essa qualidade, esse valor, exposto a todos os olhos. Insuflar a inveja e o ciúme contra esse individuo é a velha tática de inventar inimigos para aliciar amigos. É lógico que o apelo pela IGUALDADE MATERIAL tem um fantástico poder de seduzir inseguros e vaidosos que sentem-se depreciados ante o sucesso dos mais potentes na capacidade de criar riquezas. NÃO É OUTRO O MOTIVO DE TODAS AS IDEOLOGIAS TEREM UM APELO CONTRA A RIQUEZA DOS SÚDITOS. Sim, só a riqueza dos suditos incomoda, a riqueza, O LUXO DOS SOBERANOS, DAS AUTORIDADES, NÃO INCOMODA TANTO OS INVEJOSOS PORQUE SABEM QUE ESTE DECORRE DA INJUSTIÇA, QUE NELE NÃO HÁ MÉRITO MAS APENAS A COVARDIA DE USAREM A FORÇA DESTRUTIVA PARA ATRAVÉS DA AMEAÇA DE DESTRUIÇÃO OBTEREM SUA RIQUEZA, SEU LUXO.
OQUE OS INVEJOSOS E INSEGUROS ODEIAM MESMO É O MÉRITO ALHEIO. O que almejam é EXATAMENTE O MEIO DE IMPEDIREM A OSTENTAÇÃO DOS MÉRITOS ALHEIOS. Até mesmo a valorização de atividades pífias, inúteis ou de pouca serventia é um meio de os invejosos vingarem-se daqueles que possuem méritos reais. Alardeiam valores sem valor algum, e sobretudo valores fáceis de serem produzidos ou simulados e exibidos, como meio de através destes encobrir as habilidades efetivamente valiosas.
Toda pólitica é manipuladora e por tal se dirige primordialmente a este sentimento abjeto, quando descontrolado, que se reconhece como vaidade e que produz a inveja (o ódio ao mérito não possuido e ao portador deste) e o ciúme (ver o outro conseguir o que almeja e acredita não ter).
Assim, através da CORRUPÇÃO e MANIPULAÇÃO, alguns conseguem aliciar simpatizantes, adeptos e sectários fanáticos. Uns por usufruirem OBJETIVAMENTE de nacos do Poder e outros por serem alimentados apenas com a propaganda do SUBJETIVISMO de pretensos valores e deméritos que lhes são convenientes.
Ora, a idéia de funcionários públicos, que vivem do Poder, se aposentarem de forma DIFERENTE daqueles que vivem do trabalho é UM MEIO de TORNA-LOS INDIFERENTES ÀS AGRURAS DE QUEM VIVE DO TRABALHO E SE APOSENTA COM RENDA PÍFIA. Assim, os que vivem do trabalho precisam INVESTIR ou CONTINUAREM PRODUZINDO para ASSEGURAREM UMA RENDA COMPATIVEL. …..
…JÁ os FUNCIONARIOS DO GOVERNO NÃO PRECISAM SE PREOCUPAR EM INVESTIR PARA MANTEREM O PADRÃO DE VIDA, O ESTADO QUE EXPROPRIA DE QUEM PRODUZ LHES GARANTE RENDA COMPATIVEL NA APOSENTADORIA.
Ou seja, sobretudo os altos funcionários jamais se preocuparão com as dificuldades dos investidores, com os entraves criados pelo Estado explorador, pois que garantidos pelo Poder deste Estado poderoso. ESSE É O OBJETIVO DA DESIGUALDADE NAS APOSENTADORIAS, ENTRE FUNCIONÁRIOS DO ESTADO (que vivem do que o estado TOMA de quem produz) E OS QUE VIVEM DO TRABALHO ESPONTANEAMENTE TROCADO.
Claro que funcionários dos governos, do Estado, facilmente se encantam pelo socialismo que apenas justifica o Poder absoluto do Estado hierarquizado sobre a população.
Aqueles a quem o Estado garante, PELO PODER DE SUBMETER e EXPLORAR, uma vida tranquila sem preocupações com investimentos produtivos, tendem a serem socialistas, adoradores do deus-Estado milagreiro, provedor e arbitro universal sobre o certo e errado, justo e injusto, entregando assim à subjetividade de politicos e autoridades a vida de toda população. …Anuem com a ESCRAVIDÃO dos que TRABALHAM, INVESTEM e PRODUZEM PARA TROCAR ESPONTANEAMENTE porque DELA SE BENEFICIAM e a jsutificam nas ideologias que, curiosamente, SEMPRE resultam em líderes soberanos ansiosos por submeterem todos a suas vontades, além de forçarem os que vivem do trabalho a custear-lhes o luxo que tanto condenam nos súditos ou fiéis subalternos. De forma que se façam absolutamente desiguais não só materialemente, mas no que se concedem agir em relação aos demais. Ou seja se fazem os mais DESIGUAIS materialmente e sobretudo no “direito” que se atribuem para agir CONTRA ou a FAVOR de uns e outros segundo apenas a própria subjetividade ou humnor de momento.
…A vaidade que produz a inveja e o ciúme, bem como a ambição pelas aparências, mesmo que contrarias a essência, garante aos soberanos e agregados um sequito de pulhas, inseguros, vacilantes, invejosos e toda sorte de INDIVIDUOS QUE DESPREZAM A PRÓPRIA LIBERDADE POR CONSIDERAREM-NA INUTIL A SI, JÁ QUE DESPREZAM A SI MESMOS POR NÃO SEREM CAPAZES DE SE SATISFAZEREM COM AQUILO QUE SÃO.
…Daí se entregarem a “valores” meramente alardeados por ideologias manipuladoras (com seus valores fáceis de simular e exibir, bem como com seus deméritos contra os invejados).