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A crítica do liberalismo…

…por dois de seus representantes.

A entrevista citada acima é uma das raras vezes em que o leitor encontra, na internet, uma crítica sincera, honesta e bem-intencionada aos praticantes – ou meramente divulgadores – do liberalismo brasileiro. Deixe lá seu comentário. A prova de que existe auto-crítica dentro do liberalismo está na reação dos liberais à esta entrevista. Por menos importante que seja o blog, crítica sempre chega aos ouvidos dos criticados. A questão é se e como reagem.

Ah sim, observo, com orgulho, que os colegas do Ordem Livre são citados em comentário como os mais úteis na difusão do pensamento liberal no Brasil.

Comentários (5)

  1. Nem foi uma crítica ao liberalismo, mas aos métodos de organização dos liberais. É natural que ninguém tenha ficado muito revoltado.

    Erick Vasconcelos
  2. Ok, você tem razão. Mas se os métodos são ruins, tenta-se, pelo menos, uma explicação boa, não? É este espírito auto-crítico que pretendia ver se existe. Mas nunca fui otimista…

    obrigado, erick.

    Claudio Shikida
  3. Cláudio,

    Na minha opinião a área da estratégia é a mais controversa do liberalismo, de qualquer forma. Ninguém concorda em basicamente nada. O único ponto em que os liberais mais ou menos concordam é que se tem que divulgar o liberalismo e mudar de alguma forma a opinião pública. De que forma é que não se sabe. Discute-se até mesmo a legitimidade de entrar na política para implementar reformas liberais.

    O que a entrevista tem de original (e é ótima nesse sentido) é que ela aponta realmente para os erros e para a inércia dominante dos institutos liberais.

    Agora, quanto à auto-crítica, acho que ela anda meio em falta, sim. Por um lado por alguns que são liberais reflexivamente, apenas por se oporem a um ou mais programas do governo (ou ao próprio governo). Por outro por alguns que, apesar de terem adotado conscientemente alguns princípios liberais, não os examinam criticamente ou mesmo se esforçam para aplicá-los no contexto da realidade.

    Erick Vasconcelos
  4. Pois é, Erick. Minha auto-crítica foi feita. Como sempre digo, “sempre achei minha auto-crítica meio ruinzinha”. Mas o silêncio de todos estes “think tanks” com a passeata do Adolfo, em Brasília, chega a ser vergonhoso (para não adjetivar com palavras mais feias)…

    Claudio Shikida
  5. não sei

    beatriz

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