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Frédéric Bastiat (1801-1850) nasceu em Bayonne, na França. Aos 17 anos deixou a escola para trabalhar na empresa de exportação de sua família, o que lhe permitiu observar diretamente os efeitos do protecionismo sobre o mercado. De 1844 até sua morte foi membro da assembléia francesa e brilhante ensaísta de economia política. Entre suas principais obras estão "A lei", "O que se vê e o que não se vê" e "Sofismas econômicos". |
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Ensaios
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"O que se vê e o que não se vê", que contém a explicação da famosa "falácia da janela quebrada", "O Estado" e "A petição" são alguns dos textos que desmontam as mentiras embutidas nos discursos políticos mais oportunistas dos inimigos do mercado livre. |
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A Lei
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| Nesta obra, publicada em 1850, Bastiat afirma que a sociedade é feita de indivíduos e disto deduz que a lei é "a organização coletiva do direito individual de legítima defesa." Uma das melhores introduções ao pensamento liberal. | |
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Friedrich Hayek (1899-1992) nasceu em Viena e participou, mentindo a idade, da Primeira Guerra Mundial, tendo sido condecorado. Passando a uma carreira acadêmica, foi aluno de von Mises e depois passou pela New York University, pela London School of Economics e pela Universidade de Chicago, até aposentar-se na Universidade de Freiburg em 1968. Tornou-se cidadão britânico e durante o período londrino escreveu "O caminho da servidão", seu livro mais famoso. Ganhou o prêmio Nobel em 1974. |
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O Caminho da Servidão
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| A clareza do argumento garante a perenidade do sucesso deste livro: numa sociedade com planejamento central, é fatal que o pequeno grupo de planejadores não possua todas as informações necessárias, causando de um lado a impressão de que a força planejadora precisa aumentar, e de outro a necessidade de uso da força física para impor o planejamento imperfeito. | |
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Ludwig von Mises (1881-1973) nasceu na Ucrânia mas cresceu na Áustria, onde também foi aluno de Böhm-Bawerk e se tornou professor – daí que suas idéias tenham originado a "escola austríaca" de economia. Judeu, fugiu dos nazistas em 1934 para Genebra, e em 1940 foi para Nova York, dando aulas na New York University de 1945 a 1969. Sua principal obra é, sem dúvida, "Ação humana", em que fundamenta a economia no estudo da ação. |
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Ação Humana
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| A "descoberta da interdependência dos fenômenos de mercado" obrigou ao estudo da sociedade não segundo um modelo de como as coisas deveriam ser, mas ao estudo de relações que já existem, ampliando o modelo para toda a esfera da escolha humana, não apenas aquelas tradicionalmente consideradas "econômicas". | ||
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As Seis Lições
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| Em seis palestras feitas na Argentina – "O capitalismo", "O socialismo", "O intervencionismo", "A inflação", "Investimento externo" e "Política e idéias" – Mises conseguiu produzir o melhor guia para leigos sobre estes assuntos, com tudo o que você sempre perguntou e não conseguiu entender. | ||
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Joseph Schumpeter (1883-1950) nasceu na região da Morávia, hoje parte da República Tcheca. Foi aluno de Böhm-Bawerk em Viena, onde obteve seu doutorado em 1906. Em 1919 e 1920 foi ministro da fazenda da Áustria, e de 1920 a 1924 presidente do banco Biederman, que faliu. Retornou à vida acadêmica e fugiu dos nazistas no início dos anos 1930, dando aulas em Harvard de 1932 a 1950, onde ficou conhecido por seu antagonismo às doutrinas de Keynes. Seus livros mais famosos são "História da análise econômica" (póstumo) e "Capitalismo, socialismo e democracia". |
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Capitalismo, Socialismo e Democracia
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| Como um médico que faz um diagnóstico negativo mas não deseja o mal a seu paciente, Schumpeter discute como a prosperidade gerada pelo capitalismo permite a criação de uma grande classe de pessoas – os intelectuais – que se dedica justamente a condenar o capitalismo e tentar destruí-lo. Um diagnóstico muito diferente do de Marx, cuja exposição ocupa boa parte da obra. | |