Chávez tira a máscara de democrata
19 de Fevereiro de 2010Hugo Chávez gosta de dizer que a Venezuela é uma democracia e que uma maioria do eleitorado o apoia, bem como a seu "socialismo do século XXI". Ou pelo menos costumava dizer. Na semana passada, o presidente venezuelano abandonou suas tentativas de manter uma imagem democrática.
Em relação aos protestos civis em todo o país — liderados por estudantes universitários — Chávez advertiu ao país na quinta-feira que se estes se "intensificarem", está pronto para tomar "medidas radicais".
O Brasil toma um caminho independente
06 de Janeiro de 2010Até recentemente, o governo Obama presumia que o Brasil e os Estados Unidos eram aliados naturais que compartilhavam muitos interesses de política externa, especialmente na América Latina. O Brasil, afinal, é uma democracia amigável com um mercado em crescimento e valores culturais ocidentais.
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Fracassos do socialismo
04 de Janeiro de 2010Chávez e Obama não pareciam ter muito em comum: o presidente venezuelano é vulgar e sofre de vários complexos, enquanto o americano se expressa muito bem, é amável e tem títulos universitários de Columbia e Harvard. Mas ambos deram um viés marcadamente intervencionista aos governos de seus países, e as consequências negativas já estão afetando gravemente toda a população.
Antissemitismo revolucionário
07 de Outubro de 2009David Romero Ellner, diretor executivo na Radio Globo, Honduras, disse, em 25 de setembro de 2009:
Às vezes me pergunto se Hitler não estava certo quando quis acabar com aquela raça, através do famoso Holocausto. Se há um povo nocivo a este país, são os judeus, os israelitas.
<em>Rei Lear</em>, versão 2009
28 de Setembro de 2009Um rei decide se aposentar e dividir o reino entre as três filhas, premiando-as por sua capacidade de bajulá-lo. Duas delas, Regan e Goneril, bajulam-no; Cordélia, a mais nova, diz que o ama como uma filha deve amar um pai. E pronto. Repleta de abusos contra as regras de governo, essa é a premissa da peça Rei Lear, de Shakespeare.
Entrevista com Ian Vásquez
23 de Setembro de 2009O momento político não é nada bom na América Latina. Além da confusão em Honduras, 17 países da região são governados por membros do Foro de São Paulo, a perigosa entidade internacional de esquerda criada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), sigla a qual pertence o atual presidente brasileiro, com a finalidade de “renovar o pensamento de esquerda e o socialismo, de reafirmar seu caráter emancipador, corrigir concepções errôneas, superar toda expressão de burocratismo e toda ausência de uma verdadeira democracia social e de massas”.
Obama versus a democracia hondurenha
26 de Fevereiro de 2010Se o governo Obama fosse uma frota de navios, estaria enviando um sinal de SOS agora mesmo. Seu plano de saúde bateu no equivalente político de um iceberg. E na semana passada o prestígio internacional do presidente foi detonado pelos escoceses, que libertaram o responsável pelo atentado de Lockerbie sem demonstrar a menor consideração pelos interesses americanos. A promessa de campanha de Obama de reinstaurar o bom senso no gerenciamento orçamentário foi para o brejo.
A América Latina reage contra Chávez
26 de Fevereiro de 2010O Senado brasileiro protestou contra o atropelo de Chávez na liberdade de expressão. Até agora, esse corpo legislativo não concordou com o ingresso da Venezuela no Mercosul. O Senado paraguaio tampouco parece disposto a apoiar o pedido “bolivariano” de acesso ao organismo. O Mercosul tem, entre suas regras de adesão, uma “cláusula democrática, e o governo venezuelano não cumpre seus requisitos. Os senadores suspeitam das intenções do “socialismo do século XXI” e temem que o presidente Fernando Lugo, amigo de Chávez, esteja tentando arrastá-los nessa direção.
Os amigos hondurenhos das FARC
11 de Agosto de 2009O presidente americano Barack Obama, o primeiro-ministro canadense Stephen Harper e o presidente mexicano Felipe Calderón estão em Guadalajara, no México, para a Cúpula de Líderes da América do Norte. Entre outras coisas, discutirão o que fazer a respeito da explosão de violência relacionada ao tráfico de drogas no continente. Mas também há expectativa de que toquem na situação política de Honduras.
A conexão latina da Casa Branca
28 de Julho de 2009Manuel Zelaya, o ex-presidente hondurenho, retornou a seu país na sexta, viajando de jipe da Nicarágua até uma cidadezinha na fronteira. Foi a primeira vez que esteve em Honduras desde que foi preso e deportado em 28 de junho por violar a constituição.
Mr. Zelaya parecia um tanto desapontado por seu retorno teatral não ter provocado um tiroteio. Poucas horas depois, voltou à Nicarágua, onde o presidente sandinista Daniel Ortega está lhe dando asilo.